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Mensagem do Presidente


Ian H.S. Riseley

Ian H.S. Riseley

Presidente, 2017-18

Maio de 2018

O Rotary é uma organização grande e extremamente complexa. No momento, estamos com 1,2 milhão de associados em 35.633 clubes em quase todos os países. Milhares participam de programas rotários, como Rotaract, Interact, Intercâmbio de Jovens, RYLA, Núcleos Rotary de Desenvolvimento Comunitário, Centros Rotary pela Paz e uma série de projetos e programas locais ou apoiados pela Fundação em nível local, distrital e nacional. O nome do Rotary está diariamente associado a inúmeros projetos, que vão desde bancos de sangue e de alimentos até a erradicação da pólio. Cento e treze anos depois da fundação do Rotary, nosso serviço têm presença mundial.

 

O formato dos programas pode variar muito, dependendo do clube, país e região. Cada clube tem sua própria história, suas prioridades e identidade. Por conseguinte, a identidade dos rotarianos e o propósito estabelecido por eles para cada programa, também variam muito. Não há nada de errado nisso, pois o Rotary tem sido, desde o início, uma organização descentralizada, destinada a permitir que cada rotariano e cada Rotary Club sirva da maneira que melhor lhes convier.

 

No entanto, a diversidade que nos fortalece pode representar desafios para nossa identidade como organização. Não é de se surpreender que muitas pessoas que já ouviram falar do Rotary tenham pouca noção do que fazemos, de como somos organizados ou porque existimos. Mesmo dentro do Rotary, muitos associados possuem uma compreensão incompleta da nossa organização como um todo, de nossas metas, ou do escopo e abrangência dos nossos programas. Esses desafios têm implicações significativas, não apenas na nossa capacidade de servir com eficácia, como também na imagem pública, que é tão essencial para a nossa condição de aumentar o quadro associativo e fazer parcerias e programas.

 

Ha vários anos, o Rotary iniciou um forte empenho para tratar desses assuntos, desenvolvendo ferramentas para fortalecer nossa identidade visual e marca. Hoje, estamos usando as mesmas ferramentas para criar nossa campanha de imagem pública Pessoas em Ação, que mostra a habilidade que o Rotary concede a cada um de nós para fazer uma diferença. Em junho do ano passado, o Conselho Diretor do Rotary Internacional decidiu adotar uma nova declaração de visão, refletindo nossa identidade e o propósito singular que une a diversidade do nosso trabalho.

 

Juntos, vemos um mundo onde as pessoas se unem e entram em ação para causar mudanças duradouras em si mesmas, nas suas comunidades e no mundo todo.

 

Independentemente de onde vivemos, do idioma que falamos, dos trabalhos que nossos clubes estão fazendo, nossa visão é a mesma. Todos nós vemos um mundo que poderia ser aprimorado e sabemos que temos condição de torná-lo melhor. Estamos aqui porque o Rotary nos proporciona a oportunidade de construir o mundo que queremos ver, para unir e para tomar iniciativas através do Rotary: Fazendo a Diferença.


Abril de 2018

Na Convenção do Rotary International de 1990 em Portland, nos EUA, o então presidente eleito, Paulo Costa, disse aos rotarianos: "Chegou a hora do Rotary projetar sua voz, mostrar sua liderança e despertar todos os rotarianos para trilhar um caminho honroso que vise proteger nossos recursos naturais". Com esse pensamento, ele lançou a iniciativa "Preserve o Planeta Terra", pedindo aos rotarianos que colocassem assuntos ambientais na sua pauta de trabalho. Entre outras coisas, isso envolvia o plantio de árvores, ações para diminuir a poluição atmosférica e limpar os recursos hídricos.

 

O presidente Paulo Costa pediu que uma árvore fosse plantada para cada um dos 1,1 milhão de associados que o Rotary tinha na época. Como rotarianos, nós não contentamos em somente alcançar as metas; temos que superá-las em grande estilo. O ano rotário chegou ao fim com um resultado impressionante: 35 milhões de mudas de árvores haviam sido plantadas. Muitas delas ainda estão crescendo hoje, absorvendo carbono do meio ambiente, liberando oxigênio, resfriando o ar, melhorando a qualidade do solo, fornecendo habitat e alimento para aves, mamíferos e insetos, e produzindo uma série de outros benefícios. Apesar de todos os benefícios desse enfoque, infelizmente o Rotary não levou seu compromisso ambiental adiante.

 

É por isso que, no início desse ano rotário, segui o exemplo de Paulo Costa e pedi que ao menos uma muda de árvore fosse plantada referente a cada associado. Meu objetivo era alcançar uma meta além dos benefícios consideráveis trazidos por esse 1,2 milhão de árvores. Espero que, ao plantar árvores, os rotarianos renovem seu interesse e atenção para um problema que devemos colocar de volta na pauta do Rotary: o estado do nosso planeta.

 

As questões ambientais estão profundamente entrelaçadas em cada uma de nossas áreas de enfoque e não podem ser dispensadas pelo Rotary. A poluição está afetando a saúde em todo o mundo: mais de 80% das pessoas que vivem em áreas urbanas respiram ar carregado de poluentes; percentual que sobe para 98% nos países de baixa e média renda. Se as tendências atuais continuarem, até 2050 os oceanos deverão conter mais plásticos em peso do que peixes. E o aumento das temperaturas está bem documentado: a temperatura média anual aumentou globalmente em cerca de 1,1 grau Celsius entre 1880 e 2015. O homem foi o grande responsável por isso, e há uma probabilidade de ocorrer uma enorme desordem econômica e humana se essa tendência continuar. A necessidade de uma ação conjunta é agora maior do que nunca, assim como nossa capacidade de causar um impacto real.

 

Quando foi secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon disse: "A mudança climática é uma questão definidora de nossa época; não existe um 'plano B' para deter o avanço das alterações climáticas, pois não existe um 'planeta B'. Nosso planeta pertence a todos nós, aos nossos filhos e aos filhos deles. Todos nós devemos protegê-lo, e todos nós do Rotary devemos Fazer a Diferença.


Março de 2018

Este mês marca os 50 anos da fundação do primeiro Rotaract Club, em 1968. Nesta edição especial sobre o Rotaract, vocês conhecerão rotaractianos extraordinários e verão como eles estão Fazendo a Diferença.

 

Neste meio século de existência do Rotaract, o mundo passou por mudanças marcantes. Os jovens foram os que mais sentiram o enorme impacto destas transformações: a ascensão da tecnologia e da economia da informação, a propagação da educação e a tremenda influência da internet. Quando o Rotaract foi fundado, seria praticamente inimaginável que um adolescente ou jovem em seus 20 anos pudesse ser um empresário ou CEO. Hoje, os jovens possuem uma capacidade sem precedentes de obter êxito - e o Rotary precisa, mais do que nunca, de suas ideias e entusiasmo.

 

Por muitos anos, o Rotary subestimou o Rotaract ao considerar os nossos jovens e os programas para a juventude meros precursores da afiliação ao Rotary e não como os programas valiosos e produtivos que são. Os rotaractianos são verdadeiros parceiros nos serviços do Rotary.

 

Atualmente, estima-se que 250.000 rotaractianos servem em mais de 10.000 clubes em quase todos os países onde há Rotary Clubs. O impacto dos serviços que eles prestam é admirável considerando a limitação de seus recursos. Os rotaractianos realizam inúmeros serviços com muito menos verbas do que a média dos Rotary Clubs. A energia e a visão deles adicionam algo valioso à família rotária e às nossas comunidades, e valorizamos isso imensamente. Considerem realizar reuniões e projetos conjuntos e cultivar o relacionamento com os rotaractianos - não apenas para perguntar se eles precisam de ajuda, mas para descobrir como vocês podem trabalhar juntos. Conheçam os seus Rotaract Clubs e seus associados - e certifiquem-se de que todos os rotaractianos saibam que podem contar com seu Rotary Club.

 

Na realidade, apenas 27% dos Rotary Clubs patrocinam Rotaract Clubs, um percentual que tem se mantido estável ao longo dos anos. Além disso, são poucos os rotaractianos que acabam entrando no Rotary. À medida que comemoramos este aniversário do Rotaract, peço que todos os Rotary Clubs considerem patrocinar um Rotaract Club ou estreitar os laços com seus Rotaract Clubs.

 

Durante 50 anos, o Rotaract propiciou aos jovens um caminho para encontrar as mesmas conexões em suas comunidades, e o mesmo valor nos serviços, que os rotarianos encontram no Rotary. Os rotaractianos estão nos conectando com o Rotary do futuro e ajudando a construir o Rotary de hoje.


Fevereiro de 2018

Há 113 anos, os quatro associados do primeiro Rotary Club realizaram sua primeira reunião. Embora não exista nenhuma ata dessa reunião, é improvável que algum deles tenha falado sobre voluntariado e servir à comunidade. Levou mais alguns anos até que esses assuntos começassem a ser considerados pelos rotarianos de então.

 

A reunião não foi realizada em um hotel ou restaurante, mas no escritório de um associado. Até onde sabemos, não havia nenhum programa ou anúncio, nenhum relatório de comissão, palestrante ou crachá. Sem dúvida, essa reunião não teria cumprido os padrões de hoje para uma reunião produtiva do Rotary. Mas ela foi, é claro, nossa reunião mais produtiva já realizada.

 

Hoje, como em 1905, muitos de nós buscamos no Rotary o mesmo que Paul Harris: amizade, contatos, um lugar para se sentir em casa. Mas hoje, nossa organização nos dá muito mais do que poderia ter dado aos seus primeiros associados. O Rotary de hoje, mais forte com mais de 1,2 milhão de associados, nos faz sentir em casa, não apenas no nosso pequeno grupo, mas também em nossos clubes diversos, em todos os lugares que estamos presentes, no mundo inteiro. Hoje, o Rotary conecta todos de uma forma que Paul Harris nunca poderia ter sonhado naquela longínqua noite de fevereiro. Não só podemos ir a qualquer lugar do mundo onde exista um Rotary Club e nos sentir em casa, como podemos fazer a diferença enquanto estamos de visita.

 

Nos 113 anos que se seguiram a essa primeira reunião, o Rotary se tornou muito maior e mais diversificado do que os associados fundadores poderiam ter imaginado. Passamos de uma organização de apenas homens brancos a uma que acolhe mulheres e homens de todas as origens e etnias. Nós nos tornamos uma organização cujo propósito declarado é servir, refletido em nosso lema Dar de Si Antes de Pensar em Si. E nos tornamos não só uma organização capaz de mudar o mundo, mas que já o fez, graças ao nosso trabalho para erradicar a pólio.

 

Nenhum de nós pode saber o que o futuro reserva ao Rotary. O que devemos fazer é continuar nos baseando nos fundamentos sólidos que Paul Harris e seus amigos nos apresentaram: forjar e fortalecer os laços de voluntariado e amizade através da diferença que o Rotary faz.


Janeiro de 2018

No Rotary, nossa diversidade é nossa força. Essa ideia remonta aos primeiros anos da nossa organização, quando o sistema de classificação foi proposto pela primeira vez. O conceito por trás disso era simples: um clube com associados de origens diferentes e com habilidades diversas seria capaz de fornecer um melhor serviço do que um clube sem isso.

 

Nos anos seguintes, a diversidade no Rotary passou a ser definida de forma mais ampla. Descobrimos que um clube que realmente representa sua comunidade é muito mais capaz de atendê-la de forma eficaz. Pensando no futuro, fica claro como a diversidade permanecerá essencial no Rotary: não só para um serviço forte hoje, mas para uma organização forte no futuro.

 

Um dos aspectos mais urgentes a resolver quanto à diversidade no nosso quadro associativo é a idade dos nossos associados. Quando você observa o público em quase todos os eventos do Rotary, fica óbvio que a faixa etária presente na sala não promete um futuro sustentável para nossa organização. Nosso quadro associativo está perto de atingir um recorde, e, apesar de estarmos trazendo novos associados o tempo todo, apenas uma pequena minoria desses associados é jovem o suficiente para ter décadas de serviço rotário à frente. Para garantir uma liderança rotária forte e capaz amanhã, precisamos trazer associados jovens e capazes hoje.

 

Também não podemos falar da diversidade no Rotary sem abordar a questão de gênero. É difícil imaginar que a apenas três décadas atrás, as mulheres não podiam fazer parte do Rotary. Embora tenhamos percorrido um longo caminho desde então, o legado dessa política equivocada ainda permanece conosco. Muitas pessoas continuam pensando no Rotary como uma organização apenas para homens, e isso tem tido um efeito prejudicial na nossa imagem pública e no crescimento do nosso quadro associativo. Hoje, as mulheres representam pouco mais de 21% do total de rotarianos. Embora seja certamente um grande avanço, temos um longo caminho a percorrer para cumprir o que deveria ser a meta de cada clube: um equilíbrio de gênero que corresponda ao equilíbrio do nosso mundo, com um número mais equilibrado de mulheres e homens no Rotary.

 

Qualquer que seja o motivo de termos nos juntado ao Rotary, permanecemos porque encontramos valor na associação e acreditamos que nosso serviço tem valor para o mundo. Com clubes que reflitam esse mundo em toda a sua diversidade, construiremos valor ainda mais duradouro para fazer a diferença no Rotary.


Dezembro de 2017

Há 72 anos, a Organização das Nações Unidas foi fundada "para preservar as gerações vindouras do flagelo da guerra,... praticar a tolerância e viver em paz uns com os outros, como bons vizinhos". Apesar dessas aspirações dignas e das décadas de investimento para alcançá-las, o "flagelo da guerra" ainda está conosco: no ano passado, mais de 102 mil pessoas morreram em 49 conflitos armados pelo mundo, alguns dos quais com mais de 50 anos de existência. Terrorismo, intolerância e extremismo; a crise dos refugiados; e a degradação ambiental são agora desafios globais.

 

Coletivamente, parecemos mais distantes do que nunca de alcançar os objetivos definidos com ambição e otimismo em 1945. No entanto, enquanto houver pessoas dispostas a trabalhar para um futuro mais pacífico, não só por meio dos seus governos, mas também ao lado deles, a esperança persistirá. Hoje, o Rotary está mais bem posicionado do que nunca para exercer um impacto real e duradouro para a paz, por meio de nossos programas dessa área de enfoque, como o de Bolsas Rotary pela Paz, e de todas as nossas áreas de serviço. Água, saneamento, saúde, educação e desenvolvimento econômico estão inter-relacionados e fazem parte das complexas interações que podem levar a conflitos ou que podem evitá-los. Para aproveitar melhor nosso serviço em todas essas áreas, maximizando o impacto para a paz, é essencial compreendermos essas interações e planejarmos nossas ações de acordo.

 

Por esses motivos, agendamos seis conferências presidenciais para a construção da paz, que acontecerão entre fevereiro e junho no Canadá, Líbano, Reino Unido, Austrália, Itália e nos Estados Unidos. Essas conferências não se concentrarão na paz, mas na construção da paz. Nelas, falaremos das maneiras pelas quais podemos trabalhar para construir a paz através do serviço de nossos Rotary Clubs e distritos. Cinco das conferências de um dia inteiro esclarecerão as conexões entre a paz e outra área de enfoque. A primeira conferência, em Vancouver, Canadá, explorará a ligação entre a paz e a sustentabilidade ambiental, outra esfera de grande preocupação do Rotary. Você pode acessar o cronograma completo e se inscrever no site www.rotary.org/pt/presidential-conferences.

 

Os objetivos das conferências são simples: ajudar os rotarianos a encontrar novas formas de promover a paz através do servir, aprender com especialistas e fortalecer nossas habilidades para construir a paz. Tenho esperança e convicção de que essas conferências ajudarão a nos aproximar de um mundo mais pacífico porque O Rotary Faz a Diferença.

 


Novembro de 2017

De diversas maneiras, a Fundação Rotária é uma presença invisível em nossos clubes. A maior parte do que fazemos semanalmente em nossos clubes e distritos, fazemos sem o envolvimento ativo da Fundação. Mas nossa Fundação é invisível em nossos clubes assim como o alicerce de um prédio é invisível quando se está nele: o fato de não o vermos não significa que ele não exista.

 

A Fundação que permitiu ao Rotary enfrentar a pólio é, de muitas maneiras, a mesma que sustenta os serviços do Rotary. Há 100 anos, desde que começou a existir com a primeira doação de $26,50 dólares, a Fundação apoia e fortalece nossos serviços, instiga nossas ambições e nos permite ser a organização que somos. Por causa da Fundação, os rotarianos sabem que se a gente tem um sonho e se põe a trabalhar, muito pouco está fora de nosso alcance.

 

Trata-se de um modelo incrivelmente eficaz esse que temos aqui no Rotary, algo que nenhuma outra organização consegue igualar. Somos totalmente locais e totalmente globais: temos habilidades, contatos locais e conhecimento em mais de 35.000 clubes, praticamente em todo país do mundo. Mantemos uma reputação merecida baseada em transparência, eficácia e boas práticas de negócios. E justamente porque somos profissionais e voluntários altamente capacitados, chegamos a um nível de eficiência que poucas organizações conseguem chegar.

 

Para simplificar, o dinheiro doado à Fundação Rotária rende muito mais do que o mesmo valor doado à maioria das instituições de caridade. Se quiser gastar fazendo algo de bom no mundo, nada melhor do que gastá-lo com a Fundação. Não se trata apena da minha fala, com tom de orgulho. Isso é algo visível e reflete-se em rankings feitos por organizações independentes.

 

No centenário da Fundação, os rotarianos ultrapassaram a meta de 300 milhões de dólares. Em algum lugar do mundo, pessoas que talvez você jamais conheça levarão uma vida melhor, por sua causa.

 

Por fim, é a nossa Fundação que nos leva a fazer o bem com nossas convicções mais íntimas: podemos fazer a diferença, temos o dever de fazê-lo e o trabalho conjunto - da forma mais eficiente possível - é a única forma de gerar mudanças reais e duradouras.

 


Outubro de 2017

Alguns anos atrás o museu de Melbourne, Austrália, onde minha filha trabalhava, exibiu um pulmão de aço, um tipo de ventilador que permite que a pessoa respire em caso de paralisia dos músculos da respiração ou quando o esforço necessário para a respiração excede a capacidade da pessoa. Para aqueles da minha idade, que se lembram das terríveis epidemias de pólio que tivemos na década de 1950, esse pulmão de aço é um testemunho do quanto avançamos na guerra contra a poliomielite: um equipamento médico, que foi uma vez tão importante, agora se tornou peça de museu.

 

Para grande parte do mundo, a história da pólio é simples: após anos de pavor, uma vacina foi desenvolvida e uma doença vencida. Mas, para outras partes do mundo, a história foi diferente. Em muitos países, a vacina não estava disponível, a vacinação em massa era muito cara ou simplesmente não era possível chegar até as crianças. Enquanto uma parte do mundo relegava a pólio aos seus museus, em vários países, a doença continuava se alastrando. Até o Rotary dar um passo à frente e dizer que todas as crianças, onde quer que vivessem e em quais circunstâncias, mereciam viver livres da ameaça da paralisia infantil.

 

Desde que o programa Pólio Plus foi lançado, os esforços combinados do Rotary, de governos mundiais e da Iniciativa Global de Erradicação da Pólio diminuíram a quantidade de casos de pólio de cerca de 350 mil por ano para apenas alguns até agora, em 2017. Mas, para chegarmos à erradicação, devemos chegar ao número zero de casos e permanecer nesse número. Para isso, precisamos da ajuda de todos.

 

Em 24 de outubro, celebraremos o Dia Mundial de Combate à Pólio, um dia para comemorar até onde chegamos e uma oportunidade para todos nós de aumentar a visibilidade e arrecadar fundos para concluir o trabalho de erradicação. Solicito a todos os Rotary Clubs que participem de alguma forma das atividades desse dia e incentivo que acessem o site endpolio.org/pt para ter mais ideias e registrar seu evento. Quer você organize um leilão silencioso, uma exibição em realidade virtual, uma caminhada de arrecadação de fundos ou um Dia do Dedinho Roxo, seu clube realmente pode fazer a diferença.

 

Neste ano, o evento do Dia Mundial de Combate à Pólio ocorrerá na sede da Fundação Bill e Melinda Gates em Seattle, EUA. Você pode assistir a transmissão ao vivo pelo site endpolio.org a partir das 14h30, horário do Pacífico. Como muitos de vocês sabem, o Rotary se comprometeu a arrecadar US$50 milhões por ano durante os próximos três anos, quantia que será equiparada na proporção de 2:1 pela Fundação Gates, efetivamente triplicando o valor de todo o dinheiro que o Rotary arrecadar nesse dia em especial e ao longo do ano. Vamos todos fazer a diferença nesse dia e ajudar a Eliminar a Pólio Agora!

 


 

Setembro de 2017

Uma das melhores partes das convenções do Rotary é a exuberante diversidade de pessoas. Esteja você em um workshop, explorando a Casa da Amizade ou fazendo um lanche, você encontrará pessoas de todas as partes do mundo e ouvirá vários idiomas. As convenções são divertidas e ilustram uma parte importante do Rotary: o fato de sermos tão diferentes uns dos outros e ainda assim nos sentirmos tão à vontade quando estamos juntos.

 

Este espírito comunitário, que é inerente ao Rotary, também define Toronto, nossa cidade anfitriã para a Convenção Internacional do Rotary de 2018. Toronto é uma das minhas cidades prediletas. É um lugar onde metade da população de 2,8 milhões vem de outro país, onde mais de 140 idiomas são falados e onde ninguém parece estar tão atarefado a ponto de deixar de ser atencioso. Toronto, além de limpa, segura e acolhedora, é uma cidade bonita localizada às margens do Lago Ontário, com excelentes restaurantes, museus de diversos tipos e bairros interessantes.

 

A Convenção de 2018 já promete ser uma das melhores. A Comissão da Convenção e a Comissão da Organização Anfitriã vêm trabalhando com afinco para que tenhamos palestrantes inspiradores, excelente entretenimento, workshops interessantes e uma ampla variedade de atividades ao redor da cidade. Haverá algo para todos um em Toronto. Juliet e eu pretendemos trazer nossas famílias para se divertirem na Convenção e incentivamos vocês a fazerem o mesmo. Se planejarem com antecedência, vocês economizarão ainda mais: o prazo final para aproveitar as inscrições com desconto (há também um desconto adicional para inscrições feitas on-line) é 15 de dezembro.

 

Por mais que Toronto tenha a oferecer, o verdadeiro atrativo é obviamente a Convenção em si. O evento anual nos possibilita revitalizar nossa energia, aprender o que o resto do mundo rotário está fazendo e buscar inspiração para o ano seguinte. Aprenda mais em riconvention.org/pt e busque Inspiração em Cada Esquina na Convenção do Rotary de 2018 em Toronto.

 


 

Agosto de 2017

Quando alguém pergunta o que o Rotary é, o que vocês respondem? Acho que todos nós já passamos por uma situação em que tivemos que responder a esta pergunta aparentemente simples e acabamos não sabendo o que dizer. Até mesmos os rotarianos mais eloquentes consideram um desafio definir a essência da organização em apenas algumas sentenças.

 

Como organização, o Rotary sempre teve dificuldades de expressar o âmbito do seu trabalho, não apenas sobre o que fazemos, mas como fazemos, e o valor do que contribuímos ao mundo.

 

Como contador, não preciso dizer que adoro números. Eles funcionam em todos os idiomas e, no geral, comunicam informações complexas muito mais eficazmente do que palavras. Esta é a razão pela qual, neste ano rotário, peço que cada clube forneça à Sede Mundial dois números: valor do quanto doam em dinheiro e em espécie a serviços humanitários e as horas de trabalhos realizados em nome do Rotary.

 

Para que estes números sejam úteis, eles devem ser exatos. Isto significa que deveremos começar agora a registrar as horas e os valores gastos pelos clubes na prestação de serviços.

 

A maneira mais simples para os clubes fornecerem estas informações no fim do ano é adicionando-as mensalmente no Rotary Club Central – ferramenta que foi reformulada para facilitar seu uso. Se por qualquer motivo (por exemplo, acesso limitado à internet) os seus clubes não possam se conectar com o Rotary Club Central, contatem o governador de distrito e ele providenciará para que as informações sejam enviadas de outra forma.

 

Vale ressaltar que a meta deste esforço não é obter os números mais altos e impressionantes. Não será uma competição ou um reconhecimento e, em hipótese alguma, as informações concedidas pelos clubes individuais serão usadas publicamente. A meta é obter números precisos e confiáveis que possamos apresentar com segurança no trabalho de promoção da nossa imagem pública, nos materiais sobre desenvolvimento do quadro associativo e aos nossos parceiros – números embasados por dados específicos no âmbito do clube que respondem não apenas o que o Rotary é mas, também, o que o Rotary faz.

 

Acredito plenamente que com estes números estaremos melhor capacitados a demonstrar que O Rotary Faz a Diferença, o que, com o tempo, nos permitirá fazer ainda mais a diferença, para um número maior de pessoas.

 


 

Julho de 2017

Prezados companheiros rotarianos,

 

Existem tantos motivos para se associar ao Rotary quanto rotarianos – talvez até mais. Mas cada um de nós permanece na organização porque algo é adicionado às nossas vidas. Juntos, estamos Fazendo a Diferença no mundo e quanto mais nos envolvermos no Rotary, maior a diferença que ele fará em nossa vida. Como rotarianos, somos desafiados a ser pessoas melhores que se dedicam a objetivos mais nobres e colocam em prática a máxima Dar de Si Antes de Pensar Em Si.

 

Os Rotary Clubs e rotarianos é que decidem a diferença que querem fazer por meio dos seus serviços humanitários. Como organização, somos guiados por três prioridades estabelecidas no Plano Estratégico do RI: fortalecer e apoiar os clubes, dar mais enfoque e expansão aos serviços humanitários e aumentar a projeção da imagem pública da organização.

 

No ano que vem, nossos clubes terão o suporte de várias ferramentas online, incluindo um novo Rotary.org, um processo mais simples para pedido de subsídio da Fundação Rotária, uma experiência aprimorada no Meu Rotary, e um novo Rotary Club Central. Ao tentarmos fortalecer nossos clubes, temos dois desafios específicos referentes ao quadro associativo: gênero e faixa etária dos associados. Para manter clubes fortes, precisamos de um quadro associativo que reflita as comunidades que servimos e que continue desenvolvendo líderes bem informados nas gerações por vir.

 

Há muitos anos que a sustentabilidade tem sido o fundamento para nossos serviços humanitários. Serviço sustentável significa que nosso trabalho continua tendo um impacto positivo muito tempo depois de encerrado o envolvimento direto do Rotary. Não abrimos poços e vamos embora; nós nos certificamos de que as comunidades possam manter e reparar estes poços. Se construímos uma clínica, nós garantimos que a clínica consiga continuar em funcionamento sem suporte contínuo. E não estamos trabalhando apenas para conter a pólio, mais sim eliminá-la para sempre.

 

A erradicação da pólio é o maior serviço sustentável. Trata-se de um investimento que renderá um benefício permanente e em escala global. Esta é, e deve continuar sendo, nossa principal prioridade até terminarmos o trabalho.

 

Jamais poderemos saber o número de pessoas cujas vidas foram transformadas por meio do Rotary durante estes últimos 112 anos. A tocha que Paul Harris acendeu foi passada de geração em geração e hoje está em nossas mãos. Vamos manter sua chama acessa para mostrar ao mundo que O Rotary Faz a Diferença.

 

 

 

 

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